Vamos lá, pessoal! Preparem-se para uma viagem pela obra A validade permanente do mandato missionário - 125: Redemptoris Missio, onde o Papa João Paulo II nos apresenta um verdadeiro tratado sobre o mandado missionário da Igreja Católica. Antes de mais nada, vamos esclarecer uma coisa: aqui não vamos encontrar nada de misticismo ou piruetas, mas sim uma conversa direta e objetiva sobre a missão da Igreja ao longo da história e nos dias de hoje.
No começo, o Papa nos faz um passeio pela Bíblia e história da Igreja, lembrando que a missão não é uma novidade que surgiu agora nas redes sociais, mas algo que remonta a tempos antigos, quando os apóstolos saíram por aí sem GPS e sem data de retorno para espalhar a palavra de Jesus. A ideia é simples: a missão é a razão da existência da Igreja. Se você pensou em algo como "ah, então a igreja é como um influencer, se não estiver 'aparecendo', está morta", acertou a mosca!
João Paulo II provoca os fiéis a refletirem sobre o mandato missionário. Ele reforça que esse chamado não é apenas para uma elite religiosa ou para quem já tem um diploma em teologia. Ao contrário! É um lembrete de que cada católico, sim, você mesmo que só vai à missa no Natal, é parte dessa missão.
Seguindo adiante, nosso querido Papa expõe as dificuldades que a Igreja encontra em cada esquina do mundo: culturas diferentes, novos desafios e uma sociedade que, por vezes, parece mais perdida que o sujeito que entrou na balada no dia errado. Mas não se preocupem, ele lança um raio de esperança. Para João Paulo II, mesmo com toda a confusão e resistência, a missão ainda é válida e necessária. A verdadeira missão é contextualizar a mensagem cristã, sem perder a essência, claro!
E quem diria que ele se arriscaria a entrar em temas como o diálogo inter-religioso? Pois é, ele sugere que a Igreja não deve encarar outras religiões como uma rivalidade para o Oscar de "melhor religião do ano". As diferenças são normais e, ao invés de brigar, é mais interessante dialogar e construir pontes - sim, isso mesmo, construir pontes, não muros!
Um dos pontos mais intrigantes é o papel dos leigos. Preparem os corações: João Paulo II diz que todos são chamados a participar da missão, ou seja, a tarefa não é apenas para os padres e freiras, mas também para você, que sempre quer dar um pitaco nas reuniões de família. A missão é universal e quem sabe você não se torna o novo Papa do seu círculo social? (Brincadeira, só um missionário mesmo, tá?)
Agora, atenção: se você não gosta de spoilers, é melhor parar por aqui. Porque ao final do documento, o Papa faz um chamado quase que épico, onde cita que a missão não é uma espécie de hobby, mas um compromisso duradouro e inabalável. Então, sem pressão, mas se você tem um papel a desempenhar na missão, é melhor não deixar para depois - como aquele projeto que você sempre diz que vai começar na segunda-feira!
Em suma, A validade permanente do mandato missionário é um grito de alerta para a Igreja, pedindo para que não se esqueça de sua verdadeira missão: espalhar o amor e a esperança de uma maneira que todos possam entender. Porque, convenhamos, se a mensagem não toca, será que vale a pena? Se liguem nas palavras de um Papa que tinha uma visão ampla e profunda, e que nos convidava a olhar além do nosso quintal.
Agora é com você: que tal ser um missionário na sua vida diária? E lembre-se, gente: a missão não é só para quem tem batina! 😉