Se você acha que "Balanced Scorecard" é só mais uma expressão chique que alguém inventou para impressionar no meio acadêmico, você está muito enganado! Balanced Scorecard - BSC - Gestão do Ensino Superior é basicamente a cartilha que os gestores de instituições de ensino superior precisam ler se quiserem sair do mundo das notas baixas e se aventurar numa jornada rumo à gestão profissionalizada e à qualidade de ensino. Ou seja, é um verdadeiro GPS para aqueles que andam perdido no universo da educação.
Renato Silva começa a obra apresentando o conceito do Balanced Scorecard (ou BSC, para os íntimos). Em vez de ficar só no ensino e aprendizagem, ele traz à tona a necessidade de um olhar 360° na gestão educacional. Imagina uma escola que analisa não só notas e faltas, mas também fatores como a satisfação dos alunos, a eficiência dos processos internos e até o relacionamento com a comunidade? É isso mesmo que o BSC propõe! Queremos mais que alunos aprovados; queremos alunos felizes e suas famílias ainda mais!
Ao longo do livro, o autor esmiuça a importância de ter objetivos bem definidos e medir resultados, porque, convenhamos, sem metas, é como jogar dardo de olhos vendados: você até pode acertar o alvo às vezes, mas a certeza de que vai acertar é nula. Aqui, ele introduz quatro perspectivas fundamentais para aplicar o BSC: financeira, clientes, processos internos e aprendizado e crescimento. Cada uma delas é como um ingrediente em uma receita, e, se você esquecer um deles, o bolo pode desandar.
Falando um pouquinho dos capítulos, Renato então provoca a reflexão sobre a importância da qualidade de ensino. Ele argumenta que as instituições devem ser avaliadas não só pelo preço do curso (sim, aquele que aumenta todo ano) mas pela experiência total do aluno. Isso vai além de estruturas físicas, é sobre como o conhecimento é transmitido e quais habilidades são desenvolvidas. Spoiler: simplesmente dar "decoreba" não é mais suficiente, tá?
Outro ponto interessante que o autor aborda é a comunicação entre os diversos setores da escola. Afinal, não adianta ter um coordenador fantástico se o restante da equipe não sabe o que está acontecendo. É um pouco como preparar um jantar sem consultar o chef da cozinha - pode sair um "frango com laranja" em vez da famosa "lasanha à bolonhesa".
Por fim, Renato Silva deixa claro que a implementação desse modelo não é um passeio no parque, mas sim um projeto que demanda empenho e comprometimento. Ele conclui sua obra lembrando que a verdadeira qualidade de ensino é um trabalho em equipe e que todos na instituição têm um papel a desempenhar. Então, gestores, a responsabilidade está com vocês!
Agora, se você preparou o coração para entender tudo isso dentro do seu papel na escola, daqui a pouco vai ser só sucesso nas matrículas! Não se esqueçam do BSC e das quatro perspectivas, porque, cá entre nós, vocês não querem ser só mais um "cursinho" no mercado, certo?