Se você sempre sonhou em entender como fazer software que não apenas funcione, mas também encante os usuários, então dê uma espiada nesta obra fundamental: Extreme Programming! Essa não é apenas uma estratégia, é quase uma religião para desenvolvedores e empresas que querem abraçar a agilidade e a qualidade em seus projetos. Prepare-se para uma viagem por conceitos que podem fazer seu código brilhar, ou pelo menos não desmoronar em meio a uma crise de nervos.
Antes de mais nada, vale a pena mencionar que o livro é repleto de técnicas e princípios que, se seguidos corretamente, podem te levar da obscuridade ao estrelato das boas práticas de desenvolvimento de software. E sim, ele promete transformar seu trabalho de codificação em algo quase encantador. Mas calma, não precisa de varinha mágica!
O autor, Vinícius Manhães Teles, começa explicando o que é Extreme Programming (XP) e como essa abordagem se destaca no mundo do desenvolvimento ágil. O XP é como aquele amigo que insiste em manter a casa sempre em ordem, mesmo que você prefira a bagunça da sua forma caótica de trabalhar. Ele foca em entregas rápidas e iterativas, feedback contínuo e, o mais importante, em manter os usuários sempre felizes - porque, vamos ser sinceros, usuários insatisfeitos são como mosquitos em uma noite de verão: sempre te picando!
Entre os tópicos abordados, está a importância da comunicação. Para o XP, uma equipe de desenvolvimento deve se comunicar como se estivesse em um bate-papo animado na mesa do bar. Todos precisam saber o que está acontecendo, caso contrário, você pode acabar em um grande mal-entendido e, quem sabe, em um desastre digno de filme de terror. E aqui, a comunicação não se limita a e-mails chats, mas inclui reuniões diárias (as famigeradas stand-ups) e feedbacks constantes sobre o que está bombando e o que não tá funcionando.
Outro ponto fundamental do XP é a programação em par, ou como eu gosto de chamar, o Tinder dos desenvolvedores. Aqui, dois programadores sentam juntos, combinam suas habilidades e fazem um "match" na hora de codificar. Isso não apenas melhora a qualidade do código, mas também reduz a chance de um dos dois escapar da responsabilidade quando algo dá errado. E acreditem, coisas dão erradas, sempre!
Em capítulos mais avançados, o livro nos introduz a conceitos como testes automatizados. A ideia é que, se você consegue automatizar os testes, está um passo mais perto de ter um software mais robusto e menos suscetível a falhas. Praticamente, é como ter um guarda-chuva em um dia chuvoso: muito mais confortável do que enfrentar a tempestade sem proteção!
Claro, como todo bom viajante na terra do desenvolvimento, o autor não se esquece de alertar sobre os - plot twists - que podem surgir ao longo do caminho. Falar sobre XP não é só sobre quem faz a coisa certa, mas também sobre como lidar com as falhas inevitáveis. Porque sim, errar é humano, mas fazer um commit sem teste é mais que um erro, é um convite ao caos!
Por fim, se você pensou que o livro era só mais um manual técnico, enganou-se. Aqui, a gente vê que o Extreme Programming é uma verdadeira filosofia de trabalho que está tão enraizada no desenvolvimento ágil que pode deixar qualquer um animado para codificar.
Com tudo isso, fica a dica: este livro não é apenas para quem quer desenvolver software, mas para qualquer um que deseja entender o poder da colaboração e da agilidade. E, se você chegar ao final sem querer programar algo novo, meu amigo, deve ter lido outra coisa!