Se você sempre quis entender como um punhado de franceses insatisfeitos conseguiram transformar seu país em um verdadeiro circo revolucionário, você chegou ao lugar certo! 1789-1799 a Revolução Francesa nos leva por um passeio histérico pelos altos e baixos de uma das revoluções mais famosas (e caóticas) da história. Então, aperte o cinto e prepare-se para essa montanha-russa feita de sangue, guilhotinas e um toque de loucura!
A revolução começa em 1789, quando o povo francês, saturado de impostos e das extravagâncias da monarquia, decidiu que "chega de viver sob a opressão dos ricos". O clima era de protesto, e a fome estava batendo à porta de muitos. O famoso Terceiro Estado (que basicamente representava todo mundo, exceto os nobres e o clero) decidiu que já estava mais que na hora de dar um grito de liberdade. O resultado? A Queda da Bastilha, que virou o símbolo máximo da revolução, e onde muitos franceses descobriram, de forma bastante intensa, que as armas pesadas eram mais eficazes do que simplesmente discutir em um café.
Após a Bastilha, os revolucionários não perderam tempo. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foi criada, recheada de promessas de liberdade e igualdade. O que poderia dar errado, não é mesmo? O que parecia uma boa ideia se transformou em um verdadeiro jogo de "quem é o mais radical?" O rei Luís XVI e sua família tentaram fugir, mas acabaram sendo capturados como quem perde a corrida para um ônibus.
Os anos seguintes foram marcados por uma batalha contínua entre facções, e uma certa figura chamada Maximilien Robespierre entrou em cena. Ele se tornou o garoto-propaganda do Período do Terror, onde a frase "cabeça vai rolar!" nunca foi tão literal. Gente boa como o rei e a rainha (sim, Marie Antoinette também entrou na dança) acabaram na guilhotina. A linha de espera para as execuções era quase tão longa quanto a fila do pão em tempos de crise. O povo estava tão enlouquecido com a guilhotina que virou até uma moda: "Se você não foi guilhotinado, você não está na moda!".
Com a caída de Robespierre e a sua sequência de cortes de cabeças, em 1794, a revolução começou a dar sinais de cansaço, e o descontrole virou algo comum. Em 1799, a revolução chegou ao seu fim com o golpe de Estado de Napoleão Bonaparte. Ele subiu ao poder prometendo glórias militares, mas, convenhamos, ele também trouxe uma boa dose de autoritarismo no pacote. O que começou como uma revolução pelo povo acabou se transformando em um império.
Spoiler Alert: No final, a revolução não trouxe exatamente a "liberdade, igualdade e fraternidade" que prometeu. Mas o que podemos esperar de um projeto que começou com uma multidão enfurecida e um desejo ardente de cortar cabeças? A história é mesmo uma montanha-russa!
Em resumo, 1789-1799 a Revolução Francesa de Carlos Guilherme Mota é um mergulho no frenesi e na complexidade de um dos períodos mais tumultuados da história. Se você está em busca de entender como a razão pode ser subjugada pela emoção e pela loucura, e o que acontece quando as pessoas decidem que é hora de mudar o mundo (mesmo que a mudança leve a um descaminho), este livro é a leitura perfeita!