Se você está pensando em se atualizar sobre os direitos humanos sem cair numa maratona de séries ou se enrolar em algum documentário maçante, 1948/2018: 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos pode ser o seu novo melhor amigo. Assim, vamos lá, pegue a pipoca (ou uma água, porque isso é coisa séria) e se prepare para um passeio pela história dos direitos humanos!
Na era das selfies e dos likes, é fácil esquecer que aqui há 70 anos, em 1948, o mundo estava tentando se recompor das cinzas da Segunda Guerra Mundial. E foi nesse contexto que a ONU (também conhecida como a galera que se junta todo ano para conversar sobre paz e amor) decidiu que era hora de criar um documento que fosse praticamente um manual do "moralismo universal". Assim surgiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ah, e detalhe: foi tudo feito com uma boa dose de drama, porque, convenhamos, direitos humanos sempre rendem boas histórias.
Os autores, Eloisa S. Arruda e Flavio L.B Pereira, fazem um mergulho profundo nessas sete décadas de evolução dos direitos humanos. E dá-lhe capítulos, cada um mais recheado de informação que o outro! Eles exploram desde a origem da declaração até os desafios que ainda enfrentamos nesse campo azedo e tortuoso. Afinal, quem disse que os direitos humanos eram flor que se cheira? Tem sempre alguém tentando pisar nas flores!
O livro também tem um tom bem investigativo, quase como um detetive desvendando mistérios. Ao longo das páginas, o leitor se depara com análises de eventos históricos cruciais - tipo, você sabia que, em 1965, a ONU já estava lidando com um problema de direitos civis nos Estados Unidos? E que, em 1993, a Declaração de Viena reafirmou que direitos humanos não são apenas um glamour, mas um bicho que se alimenta de combate à pobreza e à desigualdade? Pois é, o drama continua!
Os autores ainda exploram a relação entre a declaração e as políticas públicas em vários países, e como, em algumas localidades, a declaração é tratada como se fosse um papel amassado no fundo da gaveta. Isso mesmo, tá todo mundo tentando fazer outras coisas, enquanto os direitos humanos estão lá... esperando ser lembrados.
E o que podemos concluir desse caldeirão de informações? A luta pelos direitos humanos é como uma salsa: às vezes picante, às vezes doce, mas sempre inacabada. E não podemos esquecer das vozes que se levantam e que precisam ser ouvidas! O livro enfatiza a importância da participação social, mostrando que quando as pessoas se unem, o poder é muito maior do que um punhado de burocratas.
Ah, e isso tudo é só uma palhinha, tá? Não estou dando spoilers, mas os autores também mostram como a tecnologia, as redes sociais e a globalização são armas de dois gumes quando o assunto é direitos humanos. Às vezes, ajudam, às vezes complicam tudo.
Para não terminar de forma dramática, como um filme de Hollywood, fica a dica: 1948/2018 é um convite à reflexão, mas também para a ação. Então, se você está a fim de saber mais sobre como se faz para viver num mundo mais justo - ou pelo menos entender o que está rolando por aí - esse livro pode te dar uma boa noção. Afinal, maior é a força que vem da união e do conhecimento. E, que venha a próxima década!