Se você achou que o livro "A Máquina" seria sobre algum robô futurista ou um dispositivo que faz café, é melhor ajustar suas expectativas! Na verdade, estamos falando de um time de futebol, e não de um engenhoca de ficção científica. Neste livro, que faz parte da gloriosa "Campanha do Flamengo no Brasileirão 2017", o autor r.morel nos traz uma análise, em apenas 17 páginas, sobre a máquina que é o time do Flamengo naquela temporada.
Vamos direto ao ponto: o Flamengo de 2017 foi como um tanque de guerra. Aliás, se você estava esperando um resumo sobre uma história de amor ou reflexões filosóficas, sinto muito. Aqui, o coração bate forte por causa de dribles, gols e, claro, aquela emoção típica das arquibancadas. O livro narra a trajetória do time, que parece ter saído de um desejo coletivo de se tornar uma potência no futebol brasileiro.
Logo de cara, você se depara com o clima de expectativa e a pressão que sempre rodeia o time. Afinal, o Flamengo não é apenas um clube, é quase uma religião no Brasil - e, quem diria, um berço de narrativas épicas. A torneira do otimismo é aberta e as esperanças são mais altas que o Maracanã.
O autor faz um apanhado das jogadas elétricas e os principais números dos craques envolvidos, como se estivesse montando uma escalação de sonhos. As estatísticas são apresentadas com a leveza de quem assiste a um jogo e comenta: "Olha lá, esse é meu time!" r.morel faz uso de uma linguagem acessível, quase como um torcedor comentando as atuações em tempo real, mas com um toque de sabedoria.
Vale a pena notar que as cadências do time são discutidas, e você descobre que "A Máquina" é mais que o apelido de uma equipe - é sobre a sincronia que faz seus jogadores parecerem uma orquestra em campo, tocando a melodia da vitória. Ah, e claro, se você for do tipo que não gosta de spoilers, pode pular para a próxima parte, porque a grande reviravolta aqui é que o Flamengo, naquele ano, realmente teve uma campanha de encher os olhos.
A obra nos leva a revisitar jogos emblemáticos da temporada, repletos de adrenalina. Cada partida se torna uma tela vibrante, e r.morel garante que você, leitor, sinta como se estivesse lá, na beira do campo, angustiado a cada lance. Ele não poupa detalhes sobre as atuações e as críticas, mostrando que a vida de um flamenguista é feita de altos e baixos, muitas alegrias e, claro, algumas decepções.
Em suma, "A Máquina" é um livro para os torcedores que não gostam de milongas e querem saber sobre a performance daquele Flamengo que foi lenda na temporada de 2017. É como uma conversa entre amigos após um jogo emocionante, onde você analisa os lances e tenta entender como tudo funcionou. No final das contas, o que fica é essa paixão intensa pelo futebol e a certeza de que, para o torcedor do Flamengo, cada jogo é uma nova oportunidade de viver emoções à flor da pele.
Agora, se você não se considera um amante do futebol, talvez seja melhor explorar uma biografia de algum jogador ou um romance épico, porque a emoção aqui é para quem tem o coração alçado às arquibancadas!