Quem diria que um livro com títulos como "Paris Setembro de 1793" seria, na real, uma verdadeira viagem no tempo para os dias de glória e desgraça da Revolução Francesa? Prepare-se para um passeio pelas ruas parisienses repletas de guilhotinas, ideais revolucionários e uma pitada de drama digno de novela das oito.
A obra nos leva para aquele setembro histórico em Paris, onde a Revolução Francesa estava a mil por hora, e a guilhotina era a nova "moda" entre a elite. Sem mais delongas, os autores - que na verdade são vários, mas vamos chamá-los de "As Mentes Brilhantes e Seres Alegres" - nos apresentam a um mundo repleto de conflitos, intrigas políticas e, claro, aquela sensação de que tudo poderia dar errado a qualquer momento. Afinal, quem não ama um pouco de tensão?
Os acontecimentos começam com a ascensão do Comitê de Salvação Pública, que assume o controle da França como se fosse uma empresa em falência que resolveu demitir todo mundo. Com a liderança de Robespierre, o clima é de "ou você está com a gente ou está na lista de fora", e essa lista, meu amigo, só cresce. Assim, os personagens nos apresentam suas lutas pessoais em meio ao caos. Prepare-se para conhecer desde revolucionários ineptos até os mais sagazes estrategistas.
Agora, ah, a guilhotina. Não poderia faltar! O instrumento de "corte" da insatisfação popular aparece como um personagem à parte. Ela estava sempre à espreita, pronta para dar uma "ajuda" em debates acalorados ou simplesmente para "cortar" a conversa quando alguém se atrevia a desafiar a nova ordem. É como se a guilhotina fosse a verdadeira estrela do show, e a gente só está lá para aplaudir suas "performances".
E não pense que só tem tristeza! O livro é salpicado de diálogos cômicos, mostrando como a revolução pode ser um verdadeiro stand-up comedy, com personagens que parecem ter saído de uma peça de Molière. A coleguinha Louise, por exemplo, sempre arrumando uma forma de escapar dos problemas, é uma verdadeira mestra em improvisação.
Spoiler alert: Por mais que a narrativa possa parecer que caminha para um final "feliz", meus amigos, a história da Revolução Francesa não acaba em festa! Ao contrário, o clima vai esquentar, e muitos que se achavam "os donos da verdade" acabam na fila da guilhotina, mostrando que, na política, o que sobe pode descer rapidinho - ou melhor, pode "cair" com um estalo de lâminas bem afiado.
Resumindo, Paris Setembro de 1793 não é só uma aula de história com personagens entrados em confusão, é um banquete de ironia, tragédia e - quem diria? - boas risadas em meio a um cenário totalmente dramático. E fica a lição: na França de 1793, a única certeza que você tem é que, se você não acordar de bom humor, é bem capaz de acabar na guilhotina!