Se você está se perguntando como construir um laço de amor inquebrantável com seu pequeno ser humano, Gary Chapman vem em seu socorro com As 5 linguagens do amor das crianças. Neste livro, ele adapta sua famosa teoria sobre as linguagens do amor, originalmente voltada para casais, para o mundo infantil, porque sabemos que o amor deve ser traduzido em várias línguas, assim como os mantras em uma apresentação de ioga.
Prepare-se para descobrir que seus filhos não comunicam amor apenas com abraços ou beijos. Chapman revela que as crianças têm cinco maneiras distintas de entender e expressar amor, que são como "superpoderes emocionais". Vamos dar uma passadinha em cada uma delas, que vai muito além do "eu te amo" da forma mais clássica.
A primeira linguagem é palavras de afirmação. Neste caso, elogios e palavras encorajadoras são a chave do sucesso. Imagine um pai dizendo a seu filho: "Você é o melhor jogador de futebol da escola", e a criança passa a driblar a tristeza com a mesma facilidade que dribla os adversários.
Em segundo lugar, temos o tempo de qualidade. Crianças que vibram com essa linguagem precisam de atenção exclusiva. Se você está daquele jeito, com a cabeça nos problemas do trabalho e no seu celular, saiba que é como se estivesse falando uma língua estrangeira para elas. A solução? Deixe o celular de lado e jogue um jogo de tabuleiro, mesmo que você tenha que simular que está se divertindo.
A terceira linguagem, que é a recepção de presentes, frauda o mito de que presente dá amor. Não precisa ser uma viagem à Disney; às vezes, uma simples bala já faz a criança sentir que é a favorita do papai ou da mamãe. Pode parecer superficial, mas é do jeito que elas se sentem amadas. Então, cuidado ao se esquecer de comprar aquele pequeno doce na volta para casa!
A penúltima linguagem, atos de serviço, é tudo sobre ações. Ou seja, se você fizer um lanche pela manhã, arrumar o quarto ou ajudar em uma tarefa escolar, você está falando "eu te amo" em um volume bem alto. Ninguém precisa dizer que é uma linguagem prática, mas só isso não garante que a criança não irá ignorar seus pedidos de arrumar os brinquedos.
Por fim, a última, mas não menos importante, é o toque físico. Abraços, carinhos e mãos dadas, tudo isso conta. É a linguagem que transforma pequenos humanos em grandes contentes. Não dá para subestimar o poder de um abraço quentinho, então aproveite enquanto eles ainda gostam!
Ao final, Chapman não promete que, se você entender a linguagem de amor do seu filho, ele se tornará um adulto perfeito. A verdade é que a paternidade é recheada de altos e baixos, mas pelo menos você terá suas estratégias amorosas na ponta da língua (ou, quem sabe, ao alcance das mãos).
Então, resumindo, As 5 linguagens do amor das crianças é um acadêmico guia prático que vai te ajudar a entender seu mini-ser, celebrando o amor em suas diversas expressões. E se você perdeu alguma parte da conversa, não se preocupe! É a essência do amor que nos faz continuar a jornada, mesmo entre fraldas e birras.
Ah, e não se esqueça: ser pai não vem com manual, mas com Gary Chapman, você pode ser um pai um pouquinho mais afiado no jogo do amor!