
A vida, em sua plenitude ansiosa, encontra muitos caminhos de expressão, e um deles é a poesia. É nesse universo sensível que De biscuit e purpurina: Poemas como analgésico para minha dor de cotovelo, de Luciana Almeida, se destaca como um verdadeiro bálsamo para as feridas emocionais causadas pelas desilusões amorosas. Estamos diante de uma obra que, nas suas 55 páginas, não só traduz a dor da protagonista, mas também habilita o leitor a navegar por essa experiência com um olhar renovado e esperançoso.
Luciana Almeida, conhecida por sua voz poética única, utiliza a metáfora da "purpurina" como uma forma de celebrar a beleza que pode surgir mesmo nas épocas mais sombrias. Cada poema se revela como um convite a refletir - sobre a fragilidade dos relacionamentos, a intensidade da dor e a necessidade de ressignificá-la. A escolha de um tema tão visceral, a dor de cotovelo, é decididamente corajosa. Afinal, quem não se sentiu perdido em meio a promessas não cumpridas e corações partidos?
Os leitores mais críticos podem apontar que, em alguns momentos, a obra flerta com o desconforto da repetição temática. Mas aqui reside a beleza da vulnerabilidade; a recorrência da dor serve para reafirmar a intensidade do sentimento. A escrita de Luciana é como um eco que reverbera nas profundezas do ser, fazendo com que o leitor encare sua própria bagagem emocional, seja ela repleta de purpurina ou de sombras.
Através de comentários nas redes sociais e resenhas, muitos leitores expressam a forma como o livro se tornou um refúgio. A fragilidade sentimental exibida nas páginas de De biscuit e purpurina se transforma em um espelho das angustias do cotidiano, gerando um efeito catártico. "Senti cada versos na pele", escreve uma seguidora. "É quase como se ela estivesse falando diretamente comigo." E é exatamente essa conexão íntima que Luciana Almeida promove: ela agarra você pelo coração e não o solta até que a última linha seja lida.
As inquietações levantadas por Luciana não são uma mera exploração de perdas amorosas; elas nos desafiam a encarar nossas próprias feridas, a encontrar força onde antes havia apenas dor. Ao revestir a dor com a leveza da purpurina, ela nos sugere que é possível colorir nossas experiências, mesmo as mais difíceis.
Ao final, o que podemos concluir sobre essa obra é que De biscuit e purpurina é mais do que poesia, é um antídoto. Ao recitar suas linhas, você não apenas lê - você se cura. Cada poema é um lembrete de que, apesar das cicatrizes, a vida ainda pode brilhar, resplandecendo de uma maneira que só a verdadeira arte é capaz. Se a dor de cotovelo é inevitável, que seja então transformada em algo belo. E assim, Luciana Almeida não só compartilha sua fragilidade, mas também nos convida a celebrar a própria vulnerabilidade humana.✨️
📖 De biscuit e purpurina: Poemas como analgésico para minha dor de cotovelo
✍ by Luciana Almeida
🧾 55 páginas
2022
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