
Machucado, Preto e Azul: Elevator Cock, Elevator Roll, Merda e Piss são bons para a alma é uma obra que explode a barreira do que consideramos limites aceitáveis na literatura contemporânea. A autora, Emily Spankfirst, fez de sua obra um manifesto cru e visceral, que transpira dor, autenticidade e libertação. Em apenas 19 páginas, ela nos arrasta a um submundo onde o bizarro se choca com o sublime, onde a realidade se desdobra em múltiplas camadas de interpretação e provocação.
Nesse pequeno, mas poderoso manifesto, a autora aborda temas que, a princípio, podem parecer desconexos - como o uso de expressões provocativas e o inusitado entre o mundano e o grotesco. No entanto, é exatamente essa mistura que provoca em nós uma reflexão profunda sobre o que realmente significa "bom para a alma". O uso de palavras de intensidade visceral quebra tabus e faz com que o leitor se sinta não apenas um espectador, mas uma parte ativa do processo de descoberta e questionamento.
Quando você lê essas páginas, é como se cada frase o incendiasse por dentro. Os gritos de liberdade ecoam em cada canto, clamando para que você não só leia, mas sinta. A dor que Spankfirst expressa não é uma dor comum; é uma dor que carrega histórias, vivências e verdades que muitos prefeririam manter em silêncio. Merda e Piss não são apenas palavras; elas são liberdades, simbolizando a crueza da vida como ela é, e não como gostaríamos que fosse. Essa autenticidade se torna um chamado à rebeldia, à aceitação do que somos e do que sentimos.
Os comentários dos leitores sobre esta obra são tão efervescentes quanto a narrativa de Spankfirst. Muitos se sentiram confrontados, e essa sensação de desconforto é exatamente o que a autora busca provocar. "Não é para todos", alguns disseram, e é essa discordância que a torna ainda mais irresistível. Você se pergunta: por que não deveria ser? A verdade é que a literatura está destinada a chocar, a incomodar e, sobretudo, a abrir as portas para diálogos que muitas vezes são silenciados.
Histórias como a de Spankfirst vão além do papel; elas penetram na sociedade, evocando debates sobre o corpo, o prazer e a dor, e como essas experiências se interligam. Você, leitor, é desafiado a encarar seus próprios medos e limitações, levando-o a um nível de introspecção que poucos livros conseguem alcançar.
Ao final da leitura, é impossível não se sentir transformado. O impacto emocional é tão intenso que você se vê refletindo sobre suas próprias cicatrizes - as que você carrega e também as que você esconde. A obra, com toda a sua ousadia, te obriga a entrar em um diálogo com a parte mais visceral da sua essência humana. O que você esperava encontrar em Machucado, Preto e Azul pode não ser mais do que o reflexo de um anseio de conexão que todos nós carregamos.
Por isso, não se deixe enganar pelas páginas breves. O que Emily Spankfirst oferece é um banquete de experiências, uma jornada que muitos hesitam em embarcar, mas que promete mudanças profundas e necessárias. 💥 E, se você ainda não abriu sua mente e seu coração, talvez esteja perdendo a chance de entender que "merda" e "piss" são algumas das melhores formas de libertação que a literatura pode nos proporcionar.
📖 Machucado, Preto e Azul: Elevator Cock, Elevator Roll, Merda e Piss são bons para a alma
✍ by Emily Spankfirst
🧾 19 páginas
2021
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