
Primeiro eu tive que morrer: Romance não é um mero título; é um chamado visceral para se confrontar com a vida e suas complexidades. Através da pena afiada de Lorena Portela, somos arrastados para um universo onde a dor e a redescoberta se entrelaçam em um tango apaixonado e angustiante. Neste romance, cada página é um convite ao abismo emocional, um olhar profundo na espiral enigmática que nos leva a questionar o sentido da existência.
A obra convida o leitor a uma jornada de autoconhecimento, onde a protagonista se vê à beira da morte, não apenas fisicamente, mas em um sentido mais profundo e metafórico. O que significa realmente viver? Ao mergulhar nas profundezas do desespero, ela é forçada a enfrentar suas fraquezas, seus traumas e a busca pelo propósito - um desafio que muitos de nós enfrentamos, mas poucos têm a coragem de explorar.
Portela, com sua prosa encantadora e ao mesmo tempo crua, tece desdobramentos que vão além do romance. As revelações que surgem nos momentos mais sombrios revelam um espelho para nossas próprias lutas e anseios. Como leitores, somos convocados a sentir cada batida do coração da protagonista, a experimentar sua dor, sua solidão e, eventualmente, sua busca pela redenção.
Os comentários daqueles que se aventuraram por esta obra refletem uma gama de emoções. Há os que descrevem a leitura como "transformadora", oferecendo uma catarse que mexe com o âmago. Por outro lado, existem vozes que questionam a intensidade do drama, clamando por um tom mais leve. Mas é exatamente essa polaridade que torna Primeiro eu tive que morrer uma obra intrigante - um espelho da vida, com a beleza e o peso que ela carrega.
O pano de fundo de nossa sociedade contemporânea, repleta de desafios emocionais e crises existenciais, torna a narrativa ainda mais relevante. Vivemos um momento em que a saúde mental se tornou um tema central nas conversas diárias, e como a luta da protagonista se entrelaça com essa realidade, cada palavra de Portela ressoa de maneira alarmante.
Assim, Primeiro eu tive que morrer: Romance não é apenas uma leitura; é um grito de socorro, um abraço apertado e uma reflexão sobre a fragilidade da vida. Uma obra que nos faz refletir se estamos realmente vivendo ou apenas sobrevivendo. Ao final, o que você levará desse mergulho profundo? O que te impede de morrer para antigas crenças e renascer em algo mais autêntico? A resposta pode estar nas páginas que te aguardam. 🌪
📖 Primeiro eu tive que morrer: Romance
✍ by Lorena Portela
🧾 176 páginas
2022
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