![Ler Registos do tempo que passa: (DESCORDOFONES, DESHARMONIAS(II) E DESMELODIAS [GUITARRA PORTUGUESA, FADO OU NÃO, VIOLINO 4/4, BANDOLIM, HARMÓNICAS DIATÓNICAS], do autor Paulo Marrecas Ferreira Ler Registos do tempo que passa: (DESCORDOFONES, DESHARMONIAS(II) E DESMELODIAS [GUITARRA PORTUGUESA, FADO OU NÃO, VIOLINO 4/4, BANDOLIM, HARMÓNICAS DIATÓNICAS], do autor Paulo Marrecas Ferreira](https://bcdn.proximolivro.net/img/capa/131098/registos-do-tempo-que-passa.jpeg?width=120)
A arte da música é um universo que seduz e provoca, e em Registos do tempo que passa, Paulo Marrecas Ferreira mergulha nas complexidades dos sons que moldam a cultura portuguesa. Por meio de uma narrativa que transita entre o acadêmico e o poético, o autor nos conduz a uma jornada sonora que explora desde os acordes da guitarra portuguesa até as harmonias intricadas do bandolim, passando pela essência do fado e pela diversidade das harmonicas diatônicas.
O que se pode esperar dessa obra? Uma reflexão profunda sobre a música como um registro do tempo, uma crônica de emoções e histórias que ecoam ao longo das gerações. Ferreira estabelece um elo entre a nossa vivência e a musicalidade que nos rodeia, trazendo à tona as desarmonias e desmelodias que, muitas vezes, passam despercebidas em meio ao cotidiano frenético. O texto é um convite à introspecção, para que você possa se conectar às suas próprias memórias e sentimentos à luz da música.
A construção desse livro não é meramente um passeio técnico pelas categorias musicais; é um mergulho visceral nas emoções que a música provoca. Ferreira apresenta não apenas elementos técnicos, mas o impacto que cada nota e cada melodia pode ter na formação de nossa identidade cultural. Aqui, o conceito de "desconcertos" assume um papel crucial, revelando como os desgastes e os arranjos não lineares da vida se refletem nas composições que tanto amamos.
As opiniões sobre a obra são diversas. Alguns leitores se sentem tocados pela originalidade da abordagem, sentindo que a sonoridade das palavras se entrelaça de forma a criar uma verdadeira sinfonia literária. Outros, no entanto, criticam a complexidade dos conceitos apresentados, sugerindo que Ferreira poderia ter adotado uma linguagem mais acessível. Mas não é essa a beleza da música? Ela provoca, desestrutura, e, acima de tudo, convida à participação ativa do ouvinte. Assim, a obra se torna um reflexo da vida: cheia de desarmonias e surpresas.
Se você busca uma leitura que desafie suas percepções e amplie seu entendimento sobre a música e seu papel na sociedade, Registos do tempo que passa é uma escolha imperdível. Não se trata apenas de ler uma obra; trata-se de se permitir sentir cada compasso, cada nota que reverbera na alma. O laço entre a melodia e a narrativa se torna íntimo, fazendo com que você não só aprecie a música, mas a experimente em toda a sua profundidade.
Na era de conteúdos rápidos e superficiais, Ferreira nos relembra da importância de saborear cada som, de valorizar as nuances que fazem parte de nossa história coletiva. Se você deseja entender como a música carrega consigo a memória de um povo, este livro é a chave que abre as portas de um mundo rico e vibrante. É o tipo de leitura que não só educa, mas também transforma, fazendo você repensar sua relação com os sons que permeiam sua vida diária. Não deixe essa oportunidade escapar; a sua alma musical merece essa experiência! 🎶✨️
📖 Registos do tempo que passa: (DESCORDOFONES, DESHARMONIAS(II) E DESMELODIAS [GUITARRA PORTUGUESA, FADO OU NÃO, VIOLINO 4/4, BANDOLIM, HARMÓNICAS DIATÓNICAS]
✍ by Paulo Marrecas Ferreira
2021
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