
O título Tchau, querida: o diário do impeachment evoca uma sensação de revide, revelação e, por que não, um certo sarcasmo latente. Escrito por Eduardo e Danielle Cunha, essa obra não é apenas um relato; é um manifesto visceral de uma das eras mais tumultuadas da política brasileira. O livro se aprofunda na trama do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, proporcionando não só um olhar intimista sobre os bastidores do poder, mas também uma narrativa que pulsa com a adrenalina e as intrigas do jogo político.
São 808 páginas que prometem não apenas informação, mas uma verdadeira viagem pelo labirinto do poder. Os autores, que trazem à tona suas experiências, revelam detalhes que muitos prefeririam manter nas sombras. É um convite para que você, leitor, mergulhe em um universo onde decisões são tomadas em salas fechadas e os destinos de milhões são moldados por estratégias e alianças improváveis. A leitura deste diário é como espiar através da cortina de fumaça que encobre a política nacional.
Os comentários sobre a obra variam do aplauso à desaprovação. Uns aplaudem a coragem da exposição, enquanto outros a criticam como um exercício de autoafirmação. Para alguns leitores, a narrativa de Cunha é uma arte brutal de se fazer ouvir em um cenário onde a voz do populacho parece sufocada. As resenhas ressoam: "Uma leitura necessária para quem deseja entender de fato como funciona a política no Brasil". Por outro lado, há quem relute e afirme que o livro é uma tentativa de justificar ações polêmicas e controversas.
A relação entre Cunha e o impeachment não é meramente acadêmica; ela é impregnada de emoções intensas. O autor, que foi um dos protagonistas do processo, conta as vicissitudes e estratégias que levaram à derrubada do governo petista, revelando a profunda polarização da sociedade brasileira. Suas páginas transbordam de sentimentos como raiva, frustração e até uma pitada de satisfação - sentimentos que, convenhamos, nós, brasileiros, sentimos em diferentes medidas durante esse capítulo conturbado da nossa história.
A obra não é apenas um relato; é um manifesto da luta pelo poder e pela narrativa. Eduque-se, desafie suas crenças e mergulhe nesta complexa tapeçaria política. Ao ler Tchau, querida, você não apenas observa a crise de uma nação, mas se vê refletido em suas emoções, questionando: onde você se posiciona nesse intrincado jogo de xadrez que é a política?
Você pode sentir o peso das palavras de Cunha, a frustração que ecoa em cada frase - se não fosse por ele, alguns argumentam, a história teria tomado um rumo diferente. Portanto, anote essa obra e não a deixe passar desapercebida. Cada página lida é um passo mais próximo de compreender não apenas o que aconteceu, mas o que isso significa para o futuro do Brasil. O ressentimento, a paixão e a lealdade são ingredientes que tornam este diário uma mistura explosiva.
Tchau, querida não é um mero catálogo de eventos políticos; é um grito de guerra, uma carta aberta que desafia todos nós a revisitar a história através dos olhos de quem a viveu intensamente. O que você vai fazer com esse conhecimento? O que essa reflexão pode desencadear dentro de você?
📖 Tchau, querida: o diário do impeachment
✍ by Eduardo Cunha; Danielle Cunha
🧾 808 páginas
2021
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